e-Learning: Tendências para 2019

2019 chega para consolidar algumas tendências no e-learning e apontar inovação em outras áreas educacionais.

Seja pelas tecnologias, seja pelas metodologias e estratégias educacionais, a Educação a Distância é certamente o segmento educacional que encontra-se em contínuo desenvolvimento, em constante movimento. È isso que se faz presente ao trazer aqui as tendências.

Os ambientes virtuais e a educação online é um caminho sem volta. A cada ano, vemos expandir novas metodologias desenvolvidas especificamente para o online.

Ao longo das duas últimas décadas, assisti a muitos avanços em relação ao ensino online. Avanços que ocorreram tanto no que se refere às tecnologias da comunicação e da informação, quanto aos sistemas de gestão dos processos de ensino e aprendizagem. Entretanto percebemos que hoje estamos numa momento de aceleração dos processos.

E as tendências para 2019 apontam exatamente para isso.

Nada de reinventar a roda. A inovação começa pelo mindset voltado para o empreendedorismo educacional. O ponto de partida está na PERSONALIZAÇÃO, em encontrar um diferencial que cria não apenas um padrão, mas uma identidade.

Partir do que sabemos que funciona e do que não funciona, buscar o que está na base das demandas do mercado de trabalho, especialmente das competências requeridas no século XXI. Usar da criatividade e de processos que estimulem brainstormings, trazer exemplos de outras áreas e adaptar processos, ideias, contextos.

Aceita o desafio de fazer algo novo para seus a educação online e o e-learning neste próximo ano?

Então vamos às tendências do e-learning para 2019.

(1) Só vídeo, que nada… aqui a aposta é no VÍDEO LEARNING

Que o vídeo é a mídia da vez, você já sabe! Aqui o vídeo ganha outros contornos, por conta do potencial de ensino e aprendizagem que ele agrega. Por isso acabam sendo o formato preferido de alunos e professores. A aprendizagem em vídeo cresce e ganha espaço como complemento ao e-Learning, que antes utilizava basicamente telas interativas.

E o que vem a ser o  vídeo-Learning?

Além de trazer o conteúdo em formato audiovisual, a proposta intercala explicações do professor com situações cotidianas, sejam engraçadas, comportamentais ou contextuais. Promovendo assim a aprendizagem, não apenas pela divulgação de informações, como também por trazer estímulos diferenciados para o ambiente online.

Fazer VÍDEO INTERATIVO tem sido a opção preferida de algumas instituições. Outra possibilidade é apostas no VÍDEO IMAGINATIVO, onde pode trazer para o vídeo a combinações de realidades, gerando simulações para enriquecer o ensino,

O grande desafio está em otimizar a experiência audiovisual, lembrando que muitos dos alunos vão usar dispositivos móveis apra acessar os conteúdos.

(2)  E por falar em MÍDIAS, diversifique formatos

Um curso online não é feito somente de vídeo…. pode ter textos, hipertextos, telas interativas, hipermídias, narrativas transmidiáticas, jogos, áudios, podcast…

Diferencie-se pelo uso e combinação de outras mídias na sua proposta de ensino.

Nada de empilhar conteúdos em diferentes mídias. Não é disso que estou falando. Falta e excesso têm o mesmo efeito negativo sobre a aprendizagem.

Combine… engaje… pense em alternativas que conecte-se com as necessidades e especificidades do perfil do seu público. Vá além do óbvio! A tendência é não ficar somente com mais do mesmo.

(3) Virtual ou Aumentada? Chegou a vez da Realidade MISTURADA

 

Tanto a Realidade Virtual (RV), como a Realidade Aumentada (RA), vêm se tornando acessíveis aos ambientes educacionais em função do barateamento da tecnologia e dos acessórios necessários para interagir com elas.

O que muitas vezes falta é a preparação adequada dos professores e demais agentes educacionais apra inserir estes recursos nos processos de ensino e aprendizagem de forma a comporem e contribuirem… Não devem ser somente um recurso a mais.

Em 2019, abrimos as portas para a REALIDADE MISTURADA ou MISTA, onde conteúdos 3D modelados virtualmente são inseridos em ambientes reais, e vice-versa, trabalhadno imersões de elementos da realidade física nos ambientes virtuais.

Trazer a combinação de Realidade Virtual e Realidade Aumentada possibilita a criação de outros espaços de aprendizagem. Espaços que sejam enriquecidos com elementos indisponíveis no ambiente da realidade física presente.

Talvez a principal vantagem da aplicação dessa tecnologia é levar a prática para os cursos online, por meio de simulações e treinamentos em situações e contextos muito próximos ao que ele encontrará no seu dia a dia.

E neste sentido, as áreas que mais tendem a se beneficiar são saúde, engenharias, arquitetura… entre outras.

(4) CURADORIA DE CONTEÚDOS, a arte de selecionar o que realmente importa

 

Com tanta informação sendo produzida e disponibilizada na internet. A cada minuto milhares de conteúdos em diferentes formatos e mídias são despajados… Para aproveitar ao máximo e direcionar as buscas, você investe em CURADORIA de conteúdos.

Constrói um inventário, a partir da pesquisa com base nas palavras chave relevantes para seu aluno. Diversifique na apresentação de informações em formatos diferentes daquele que você já construiu para suas aulas.

Aponte conteúdos e práticas que possam ser complementares e com possam apontar para expansão do tema central. De repente outras interpretações ou mesmo abordagens, assim o aluno percebe o conhecimento como múltiplo.

O objetivo da curadoria é identificar e selcionar conforme importância e relevância materiais já existentes e que possam ser aproveitados e utilizados com fins educacionais. Facilitando sua organização por tópicos ou áreas.

(5) Informações Diretas, Objetivas, Claras e sem enrolação…. Pílulas de Conteúdos

 

MICROLEARNING ganha espaço cada vez maior, em função da agilidade e objetividade.

Cursos Express? Intensivão? Tutoriais? Pílulas de conteúdos que duram minutos.

Conhecimentos e práticas empacotados para entregas pontuais, focadas em resultados específicos. O Microlearning se adapta às novas necessidades. Pequenas doses de conhecimento, sistematizamente organizado.

Adequado para dispositivos móveis. Ideal para treinamento corporativo. Direto ao ponto quando se trata de desenvolvimento de habilidades. Em função da forma como são estruturadas, as estratégias de microlearning são efeicazes no alcance dos objetivos de aprendizagem. Isso faz com que gerem maior retensão em relação às estratégias de macrolearning.

  • E como você coloca em prática seus cursos em Microlearning?
  • Construindo um grupo no WhatsApp, por tempo limitado, para as entregas pontuais;
  • Usando uma sequência de podcasts, com reflexões finais ou atividades guiadas;
  • Entregando numa lista de vídeo curtos, no Vímeo ou no YouTube;
  • Utilizando infográfico;
  • Implementando questionários com feedbacks consistentes;

Sem falar na oportunidade de explorar TRILHAS DE APRENDIZAGEM ou PERCURSOS FORMATIVOS. Outra tendência da qual falaremos logo a seguir.

É importante você lembrar que não é apenas a entrega dos conteúdos, deve haver exercícios e atividades para que a aprendizagem se efetive.

A grande VANTAGEM do microlearning está em pode ser uma estratégia para Mobile Learning. O uso dos dispositivos móveis tende a aumentar cada vez mais, sendo assim os processos de e-learning devem estar preparados para telas pequenas, conteúdos ágeis, exercícios e reflexões pontuais.

Engajamento e motivação dos alunos é proporcional à facilidade de acesso, à sistematização e aplicabilidade de conteúdos e práticas.

(6) O melhor da TRILHA é a que temos liberdade de percorrê-la

 

O ideal é que você construa TRILHAS com conteúdos pontuais a partir de uma estrutura previamente desenhada.

Porém, a aprendizagem não ocorre de forma LINEAR. Sendo asssim, as trilhas devem ser flexíveis o suficiente para permitir que os alunos percorrar os módulos em diferentes direções. Traçar seu próprio percurso, na ordem que definirem, ou que considerarem relevante para sua aprendizagem.

A TRILHA DE APRENDIZAGEM favorece a autonomia e o protagonismo do aluno em relação ao seu processo de aprendizagem. Investe no dinamismo, na construção colaborativa e no cruzamento de possibilidades de combinações.

E como CRIAR? Comece com MICROLEARNING.

Por quê? É uma forma de você testar os temas, as atividades e a conexão com o perfil do aluno. Ou seja…

  • Você pode escolher um tema, dividir entre 3 a 5 tópicos.
  • Trabalhe uma situação ou problema a ser resolvido,
  • Traga elementos da prática para gerar conexão entre o conteúdo e a aprendizagem para a ação.
  • A partir daí você tem como montar a sua trilha.
  • Abra uma MAPA MENTAL, a partir de um conteúdo inicial.
  • Defina quais aprendizagens podem ser geradas.
  • E o que é preciso para alcançar esta aprendizagem, desenvolver uma habilidade, ou treinar um processo.

Cada aprendizagem é um micro-curso em potencial. Mãos à obra! Afinal… se você não começar a construir, continuará apenas com uma boa ideia e nada mais. E posso te garantir que esssa tendência tem tudo para bombar em 2019, especialmente se considerarmos que a gamificação foi uma estratégia muito bem aceita em 2018.

Os itens 4, 5 e 6 são chave para você criar uma APRENDIZAGEM PERSONALIZADA para seus alunos.

 

Para oferecer uma aprendizagem personlizada, você deve ler a mente do seu aluno. Ter um curriculo bem desenhado ou uma estrutura bem montada é apenas um dos passos.

A linguagem, as mídias, a escolha das atividades… tuuudddooo deve estar alinhado. Não é só a questão do objetivo do curso, é o que seus alunos esperam de você e como eles esperam receber de você.

O aluno não quer ser empurrado para qualquer conteúdo ou para qualquer prática. As tendências apontam então para a personlização.

Ele está em busca de algo que faça sentido na prática, que complete o que falta em sua aprendizagem, que complemente as competências que está decidido a desenvolver e que aponte para as possibilidades que ele ainda nem vislumbra poder ter.

(7) Aprendizagem Adaptativa e Aprendizagem Personalizada fazem parte da mesma trajetória

 

Você sabe que para ser ambiente virtual de aprendizagem, AVA, não basta ter repositórios de conteúdos como vemos nas àreas de membros. Nos AVAs, temos gestão do curso e gestão da aprendizagem.

Essa gestão está presente no acompanhamento sistemático dos alunos, nas atividades realizadas ou não, no material que foi assistido ou feito o download, no progresso dentro do curso, nas notas, nas interações em diferentes níveis…

Esses dados permitem a emissão de relatórios, que contribuem para o acompanhamento e para a geração de estatísticas. Até aí não há nenhuma novidade, afinal é isso que esperamos de um Ambiente Virtual de Aprendizagem.

É aí que a história muda de figura.

Se para o ensino formal, os relatórios apresentados e o acompanhamentos dos processos de gestão do curso e de gestão da aprendizagem são suficientes, para o corporativo não.

A aprendizagem adaptativa ganha asas  ao pensarmos no webcurriculo apontando

  • as competências desenvolvidas,
  • os indíces alcançados,
  • o desempenho e os comparativos com os demais funcionários, e
  • os parâmetros estudados e estabelecidos.

O salto fica por conta da utilização destas análises, avaliações e medições para que ps alunos vejam os conteúdos e práticas de forma personlizada.

O que falta para que ele dê o próximo salto em sua carreira, em seu desenvolvimento pessoal e profissional. É aí que todos, organizações e alunos, ganharão com os treinamentos, com as trilhas de aprendizagem, com a disponibilização de aprendizagem personalizada.

As plataformas acabarão por oferecer diferentes integrações, seja

  • para que seja possível dosar os treinamentos,
  • para estimular aprendizagens,
  • para desenvolvimento de ações,
  • para busca de competências e diferenciais (por meio de habilidades chave para determinados cargos e funções),
  • para construir um currriculo de experiências, comportamentos, avaliações e análises.

Assim a tendência é que seu novo currículo seja compatível com quem você é para o seu segmento de mercado.

(8) Aprendizagem Ativa é o próximo passo da aplicação das Metodologias Ativas

 

Se você acredita que toda atividade leva a uma aprendizagem ativa, já vou te dizendo que está errado esse raciocínio. Mesmo quando aplicamos uma Metodologia Ativa, não temos essa certeza. Porque a simples presença de uma metodologia não leva o aluno a alcançar uma aprendizagem que conecte com a realidade e que o leve a adaptar práticas em diferentes contextos e alcançar resultados diferentes para o mesmo problema.

Em 2018, trouxe a gamificação como a tendência que se firmou. Além delas outras METODOLOGIAS ATIVAS se destacaram no cenário da EaD, trazendo para o e-learning, elementos que trouxeram maior autonomia para o alunos, estimulando o protagonismo. Isso graças à flexibilidade dada aos cursos e percursos formativos.

Sala de Aula Invertida, Ensino Híbrido chegaram para ficar. Mostrando que nem tanto ao mar e nem tanto à terrra. É possível mesclar o presencial com o online, e conseguir resultados significativos para os alunos.

E essas nem são as queridinhas entre as metodologias…. aqui vamos encontrar

  • Aprendizagem Baseda em Problemas e Problematização;
  • Aprendizagem Baseada em Projetos;
  • Estudos de Caso e
  • Gamificação, que veio para ficar.

Claro que não são apenas estas e que outras estão por ai para combinarem entre si e gerarem um contexto de aprendizagem significativo e próximo às experiências reais do aluno.

Esta é uma tendência que veio para ficar.

(9) Compartilhamento, Colaboração e Participação invadem espaços de interação

 

Compartilhar conhecimento, construir conhecimento de forma coletiva, particitaiva e colabortaiva são base da Aprendizagem Socioemocional.

E nem se atreva a dizer que nós não gostamos de compartilhar informações, dados, processos, ações… tudo o que pode levar à construção da aprendizagem.

A interação é tão importante quanto o compartilhamento. Aprendizamos com a experiência do outro, com os erros e acertos dos colegas e professores. Apresentar nossa vulnerabilidade é sinal de maturidade, e não o contrário

A consolidação da aprendizagem social como uma tendência do e-learning é fato, afinal o que mais se vê são conteúdos gratuitos serem compartilhados. Conteúdos compatilhados diretamente nas redes sociais, além da formação de grupos e comunidades de prática em que todos os membros possam trocar.

Posso dizer que tudo começou com a construção dos espaços colaborativos, com os coworkings. E dali para o digital foi um salto.

Tendências Tecnológicas: Como fica a educação online com todo esse aparato tecnológico?

 

Já vou te avisando que não funciona tentar um “over” tecnológico. Parcimônia no uso das tecnologias digitais deve permear as ações de e-learning. O foco está na transformação digital.

Como as tecnologias que estão hoje aí à disposição de todos podem contribuir para o desenvolvimento de estratégias educacionais que sejam efetivas? E como as tecnologias podem contribuir para que os resultados sejam alcançados? Refiro-me aqui aos resultados de aprendizagem.

O desafio é pensar na combinação tecnológica, sem ficar em excesso e sem faltar. Garantir uma comunicação e interação com o aluno que seja eficiente. Coletar dados que possam levar a entender o comportamento dos alunos e a fazer a gestão da aprendizagem e dos sistemas.

Separei algumas dicas em relação às tecnologias e como elas podem contribuir com o ensino online.

(DICA 1) Chatbot como assistente virtual

 

Enquanto estratégia de marketing, o chatbot foi amplamente incorporado em 2018.

Agora é a vez do chatbot chegar ao ambiente de ensino para que possa fazer a ponte de comunicação entre a instituição de ensino e o aluno. Assim como outros modelos de assitentes virtuais a ideia e facilitar a resolução de pequenos problemas, trazer informações objetivas, trabalhar a comunicação de forma direta.

Apesar de ainda faltar alguns passos para que os chatbots possam ser aplicados apra interação com conteúdos de aprendizagem, fica a dica para que sejam usados com base nas perguntas mais frequentes ou com problemas para os quais as soluções já são conhecidas.

(DICA 2) Machine Learning – Data learning

 

A ideia é usar a tecnologia a favor da efetividade dos treinamentos. E assim também otimizar a proposta de  aprendizagem adaptativa. Para isso, Big Data para a ser usado para personalizar o treinamento.

Aplicar Big Data na educação, em especil no ensino online implica em coletar e analisar grandes quantidades de dados. A partir da análise destes dados, podemos obter conclusões específicas e criar cursos online ou treinamentos totalmente customizados.

Horários de pico de acesso, horários de maior estudo, tipos de atividade realizada pelo padrão de tempo de acesso, são apenas alguns dos exemplos de utilização de Big Data para o e-Learning.

Desenvolver aprendizagem personlizada depende sim desta coleta de dados, para melhor comprensão do perfil do aluno..

(DICA 3)  Cloud Computing – Nuvem também é lugar de e-Learning

 

Um estudo da Cisco – companhia  líder mundial em TI e redes – aponta que 95% de todos os dados no mundo estarão armazenados em nuvem até 2021. Será? Acredito que sim. Trabalhadno com EaD a tantos anos, o que temos investido é exatamente em dar acesso a qualquer hora em qualquer lugar. E estando as informações nas nuvens, facilita todo este trabalho.

Muitas soluções vem sendo pensadas. O proprio Google Drive já é usado em inúmeras aplicações, como forma de complementar o que se ofertam áreas de membros.

A boa aceitação do Google Classroom em 2018, mostra que a computação nas nuvens para as escolas e instituições de ensino é viável e está bem próxima de ser efetiva.

(DICA 4) Atenção ao Presencial – Lousas interativas e Robótica educacional

 

A questão não está apenas em implementar salas multimídias em escolas, mas em trazer estas possibilidades para o ensino híbrido e para o e-learning. Por outro lado, muito do que hoje vimos no ensino online começa nas salas presenciais. E uma das possibilidades em expansão é a robótica.

As lousas digitais não são novidade, escrever, gerar imagem, imprimir… Hoje, só isso pode não ser suficiente. É aí que entram as Lousas interativas com sistema operacional completo, o que transformou a lousa numa grande central multimídia dentro da sala de aula. Tá bom… sei que esta tecnologia está longe de ser acessível à maioria. O importante é que já existe e em breve será barateada.

Por outro lado, tem se dado grande importância ao desenvolvimento da criatividade e de soluções criativas. Basta você pensar no jeito LEGO de ser. A LEGO tem ganho espaço em todas as áreas inclusive quando o assunto é Robótica educacional.

Trazer a robótica para a sala de aula, para ambiente s de ensino e aprendizagem, estimula a prática a investigação, a busca de diferentes soluções apra o mesmo problema. É isso, a construção de robôs pode contribuir para a integração do trabalho de diferentes disciplinas, contextos e daí desenvolver processos criativos.

 

(DICA 5) Blockchain chegou ao e-Learning

 

Você sabe o que é blockchain? A tecnologia inicialmente criada para dar suporte às operações de criptomoedas chega agora apra implementar a segurança na gestão de e-learning.

A tecnologia blockchain confere autenticidade às transações e registros digitais. Nas instituições de ensino, garantir a segurança e autenticidade dos registros e dados dos alunos, créditos, certificados é fundamental para a credibilidade dos processos. 

Existem vários processos da gestão instituicional e dos processos dos alunos onde esta tecnologia pode trazer grande contribuição, especilamente para o online. 

Seja na transferência e o reconhecimento de créditos entre diferentes instituições de ensino, seja na gestão de processops internos das instituições, ou ainda na gestão do histórico acadêmico do aluno ou na automação de notas e exames.

Temos um longo caminho pela frente… O site expo e-Learning 

  • Automação de notas e exames.
  • Evite plágio, roubo de arquivos e fraude nas classificações.
  • Registro de propriedade intelectual de obras.
  • Gestão de dados de alunos na plataforma educacional.
  • Pesquisa de candidatos com base nos campos de especialização.
  • Acesso aos conteúdos que o aluno compartilha.
  • Realização do pagamento do curso por moeda educacional digital.
  • Emissão de certificados, títulos e documentos oficiais.
  • Proporcionar aos alunos igualdade de oportunidades no treinamento.

Por inde você pensa em começar?

(DICA 6) Identificação digital do aluno por meio de Coleta e análise de dados

 

Trazer para o e-learning aplicações de inteligência artigicial que não simplesmente estejam atreladas aos processos de ensino e aprendizagem, mas que componham com os resultados esperados.

Este é o caso da identificação facil do aluno, seja no acesso ou na realização de exames. 

Não apenas garantir que o aluno é ele mesmo durante os acesso, mas o comportamento dele durante os treinamentos.

 

Bem… você sabe que para suas estratégias de ensino online estarem realmente na ponta, você vai aplicar estratégias de marketing digital e de marketing de conteúdo para divulgar seus cursos.

Então #ficaadica, publiquei as tendências para 2019 do Marketing Digital no artigo 9 Tendências Arrasadoras para Você sair na frente em 2019 

Passa lá e veja por onde começar a aplicar.

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Alexandra Caetano

Sobre a autora

Alexandra Caetano

Empresária. Consultora de Projetos de e-Learning, Designer Instrucional, Especialista em EaD, Gestora de Projetos e de Equipes, Especialista em Desenvolvimento e Curadoria de Conteúdos. Com formação nas áreas de exatas, humanas e gerenciais, atuo com e-Learning há mais de 17 anos, ao qual aplico os estudos de marketing digital aliado ao marketing de conteúdo e implementando o marketing de aprendizagem em meus projetos e negócios. Vejo na combinação e-Learning, Empreendedorismo Digital e Tecnologia possibilidade para exponencialmente melhorarmos a qualidade de vida das pessoas e consequentemente do planeta. Tecnologias, Games, Cinema e Histórias, não necessariamente nesta ordem, são grandes paixões, mas antes de tudo posso dizer que sou apaixonada pela vida.

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